quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Previdência Privada - Como os benefícios da aposentadoria complementar são pagos?

Vai depender do plano de previdência complementar que você comprou. Embora ofereçam a opção de receber à vista o investimento acumulado (sob a forma de pagamento único), os planos mais comercializados – PGBL e VGBL – garantem uma aposentadoria que prevê seis tipos de renda mensal:

• Vitalícia

• Temporária

• Vitalícia com prazo mínimo garantido

• Vitalícia reversível ao beneficiário

• Vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade para menores

• Por prazo certo (renda financeira)

Leia mais em: quais são os tipos de renda da previdência complementar aberta?

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Previdência Privada - Eu perco o plano se parar de pagar as contribuições?


Assista esse ótimo vídeo explicativo sobre as vantagens de se obter uma previdência complementar.


Uma das grandes vantagens de um plano de previdência complementar (Privada) é que todo o dinheiro aplicado no fundo é de sua titularidade, e não da seguradora ou do banco. As instituições financeiras apenas administram o seu investimento, sendo remuneradas pelo serviço, com taxas de administração e de carregamento.

Por essa razão, seria um despropósito você ter que pagar juros ou multa no caso de atrasar o pagamento da sua contribuição. A penalidade maior recai sobre suas reservas, porque o valor inicialmente calculado para a formação da poupança de longo prazo será menor e, consequentemente, o benefício da aposentadoria que você planejou receber vai diminuir.

Você pode, inclusive, parar de pagar suas contribuições durante algum tempo, caso ocorra algum imprevisto. Você deve avisar à seguradora ou à entidade de previdência complementar sobre a suspensão do pagamento, para que a instituição não envie os boletos. Passada a dificuldade de pagar, você pode retomar as contribuições mensais normalmente.

Para compensar a menor acumulação de reservas, você pode fazer um aporte extra, calculando a quantia necessária com uma revisão do planejamento de sua renda futura.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Previdência privada - Como escolher o melhor plano para mim?


Em primeiro lugar, você deve saber qual a sua inclinação para o risco financeiro. Cada pessoa tem uma percepção de risco diferente. Muitas vezes, ela mesma desconhece os seus limites, definindo-se como um investidor altamente agressivo, capaz de suportar com serenidade oscilações bruscas do mercado. Porém, na prática, essa pode não ser a sua reação. O inverso também acontece: uma pessoa que vê a si mesma como um investidor conservador, descobre ter, na realidade, grande capacidade para suportar o sobe-e-desce dos seus investimentos.

Na hora de contratar um plano de aposentadoria complementar aberta, as instituições financeiras costumam avaliar o seu perfil de risco por meio de um questionário. As respostas dadas vão permitir uma classificação de maior ou menor aversão ao risco.

Se você tem como maior preocupação a proteção do seu dinheiro e perde o sono apenas com a possibilidade de ver suas aplicações reduzirem, o seu perfil é conservador – e você deve procurar um plano que invista num fundo 100% de renda fixa.

Por outro lado, se você se revela preparado para oscilações fortes do mercado financeiro e aceita com tranquilidade correr o risco com o objetivo de fazer o seu dinheiro aumentar mais rápido, provavelmente vai se interessar por investimentos mais arriscados, como renda variável (ações e derivativos). Se esse for o seu perfil, pode ser que escolha um plano de previdência com investimentos mais agressivos.

O mercado de derivativos oferece alternativas variadas, tanto para quem quer se proteger das variações bruscas dos preços quanto para quem quer especular. As estratégias desse mercado passam por aplicações em opções, a termo e futuro, entre outras. O investidor deve conhecer bem como cada uma delas funciona, porque, numa mesma operação, ele pode ganhar muito dinheiro no curtíssimo prazo, mas também pode perder tudo.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Como calculo a renda de que vou precisar quando me aposentar?


Você deve iniciar o quanto antes uma poupança para garantir gastos futuros, principalmente se não tem outras fontes de renda a não ser aquela proporcionada pelo seu trabalho.

Nos planos de previdência complementar aberta, quanto mais jovem for o investidor, menor será a aplicação a ser feita todos os meses, sem falar que o dinheiro investido terá rendimento por mais tempo. Quanto maior a distância entre a contratação e o recebimento futuro do benefício, mais tempo você terá para acumular capital.

Ao comprar um plano com 25 anos de idade, o esforço para juntar um capital de R$ 1 milhão até os 65 anos de idade se dilui ao longo de 40 anos. Mas aos 47 anos de idade, os custos serão muito maiores, porque o horizonte de tempo cai para apenas 18 anos.

No caso de uma pessoa com tempo relativamente curto entre a idade da contratação e a idade planejada para a aposentadoria, uma alternativa é iniciar o plano de previdência complementar com um aporte mais substancial de recursos. Dessa forma será possível diminuir o valor das contribuições, sem afetar a renda que pretende receber.

Na compra de um plano, você pode escolher várias formas de contribuição, característica que tornou o VGBL e o PGBL bem atrativos. É possível personalizar o seu plano de forma que o valor de suas contribuições esteja de acordo com a disponibilidade do seu orçamento.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Minha renda mensal por sobrevivência (aposentadoria) é reajustada monetariamente?


Sim. A partir da concessão, o valor do benefício sob forma de renda será corrigido anualmente, pelo índice de atualização previsto no regulamento do plano. No mesmo momento, o valor do benefício também será recalculado de acordo com a correção monetária da chamada provisão matemática de benefícios concedidos. Essa provisão nada mais é do que as reservas que a empresa de previdência complementar constituiu para garantir o pagamento dos benefícios sob a forma de renda.

O plano poderá prever também que, no período de pagamento de benefício, haverá apuração de resultados financeiros, sendo o prazo de reversão e o percentual estabelecidos no regulamento do plano.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Quanto devo investir em um plano de aposentadoria privada?


Não existe limite para o valor que você pode investir nos planos de previdência complementar aberta. No entanto, você deve considerar qual é o seu objetivo: se for para fazer um investimento aproveitando o incentivo fiscal (adiar o pagamento do Imposto de Renda) ou poupar a longo prazo para ter uma renda quando parar de trabalhar.



A quantia a ser investida para garantir uma aposentadoria complementar depende de alguns fatores:

• sua situação financeira atual e suas potenciais necessidades;

• seus objetivos financeiros de longo prazo;

• sua poupança atual, investimentos e patrimônio;

• alternativas de investimento de que dispõe.



Dos quatro itens, o mais importante é o primeiro. Caso a compra de um plano de previdência seja encarada como investimento de curto prazo, o benefício fiscal não poderá ser utilizado na sua totalidade. Além disso, existe carência para resgate dos valores aplicados, que varia entre 60 dias e 24 meses para o primeiro resgate, e entre 60 dias e seis meses para os demais resgates.

O regulamento do plano individual prevê as carências, que são definidas no contrato de adesão quando se tratar de plano coletivo.

O investimento num plano de previdência complementar aberta deve se basear num planejamento de longo prazo, não devendo ser usado para gastos imediatos.

Por mais organizado que você seja, é importante ter em mente que despesas não previstas podem surgir e você poderá precisar de recursos extras, além do seu ganho mensal.

Para fazer frente a esses gastos inesperados, o ideal é que se tenha uma reserva de emergência, que são recursos aplicados de forma conservadora, garantindo a formação de uma poupança. Essa reserva de emergência atuará como um colchão para suportar os gastos extras, evitando, desse modo, o saque prematuro dos recursos depositados no seu plano de previdência.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Quais são os tipos de renda da previdência complementar aberta?



O regulamento do plano obrigatoriamente prevê os tipos de renda disponíveis para contratação. Atualmente, os produtos mais comercializados (PGBL ou VGBL) podem prever seis tipos de renda:



Renda mensal vitalícia

É o pagamento de renda mensal feito exclusivamente para o participante do plano enquanto ele viver. O benefício termina e é cancelado quando ele morre. Não existe possibilidade de devolução do capital acumulado. Em outras palavras, se o participante vier a falecer, por exemplo, seis meses depois de começar a receber a renda do plano, o benefício não é mais pago.

Renda mensal temporária

É o pagamento de uma renda mensal temporária feito exclusivamente para o participante do plano durante o período de meses que ele indicou na época da contratação. O regulamento de cada plano determina um limite máximo para renda temporária.

A renda cessa com o falecimento do participante ou com o término do prazo escolhido para receber a renda, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Também não há devolução, indenização ou compensação pelos valores pagos ao plano.



Renda mensal vitalícia com prazo mínimo garantido

É o pagamento de renda mensal vitalícia para o participante, com prazo mínimo garantido. É o participante do plano quem define esse prazo, que começa a ser contado a partir da data do início do pagamento do benefício.

Na hipótese de o participante que já esteja recebendo o benefício morrer antes de terminar o prazo mínimo de garantia, o valor da renda será pago ao(s) seu(s) beneficiário(s), de acordo com a proporção estabelecida por ele até terminar o restante do período previsto.

No entanto, se o participante falecer depois do prazo mínimo garantido, a renda ficará automaticamente cancelada. Não há possibilidade de devolução, indenização ou compensação ao(s) beneficiário(s) dos valores referentes à acumulação de reservas do plano.

Por outro lado, no caso de um dos beneficiários do participante falecer, a parte da renda que lhe era destinada será paga aos seus sucessores legítimos.

Se o participante que já esteja recebendo o benefício falecer e não tiver nomeado beneficiário, a renda será paga aos seus herdeiros, conforme determina a lei. A renda será reservada mensalmente durante o restante do prazo mínimo garantido, com correção pelo índice de inflação previsto no plano, até que os sucessores legítimos sejam identificados. Estes receberão o saldo da reserva e, se o prazo mínimo garantido não tiver terminado, os valores restantes serão pagos sob forma da renda mensal prevista.



Renda mensal vitalícia reversível ao beneficiário

É o pagamento de renda mensal vitalícia ao participante do plano, com a possibilidade, no caso de seu falecimento, de o beneficiário indicado por ele receber até sua morte um percentual que anteriormente foi definido.

Supondo que o beneficiário morra antes do participante e durante o período em que este estiver recebendo o benefício, a reversibilidade será extinta.

Caso o beneficiário morrer depois de começar a receber a renda que lhe foi deixada pelo participante falecido, essa renda será extinta também.



Renda mensal vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores

O participante recebe pagamento mensal vitalício do plano. Se ele falecer durante o recebimento da renda, um percentual desta (definido anteriormente) será pago mensalmente ao cônjuge ou companheiro(a) até a sua morte. Caso este também venha a falecer, um percentual (anteriormente previsto) da renda será transferido temporariamente para os filhos menores até que eles atinjam a idade que o regulamento do plano definiu para maioridade.

Na hipótese de o cônjuge ou companheiro(a) morrer antes do participante do plano, o benefício continuará com a característica de poder ser transferido para os filhos ou menores de idade que tenha indicado.

Entretanto, a renda será extinta quando depois da morte do participante e do cônjuge ou companheiro(a) o menor mais jovem tiver atingido a idade limite para maioridade determinada no plano, a renda será extinta.

Todas as vezes que um dos menores beneficiários do participante falecido alcançar a maioridade estabelecida no plano ou morrer, será feito novo rateio da renda, em partes iguais, entre os menores remanescentes.

Ocorrendo a morte do último menor remanescente durante o pagamento da renda do benefício, o pagamento será feito aos seus sucessores legítimos até a data em que o menor falecido atingiria a maioridade indicada no plano. A empresa administradora poderá, a seu critério, quitar as rendas futuras em uma única parcela.



Renda mensal por prazo certo (renda financeira)

É o pagamento de renda mensal por prazo preestabelecido pelo participante que também indica o período de pagamento do benefício, limitado ao limite máximo de meses previsto no regulamento do plano.

No caso de falecimento do participante, durante o período de pagamento, a renda mensal será paga ao beneficiário que ele indicou. Quando esse prazo terminar, a renda também cessará.

Se houver mais de um beneficiário e um deles morrer, a parte que lhe cabia da renda será paga aos sucessores legítimos. Porém, na falta de beneficiário indicado pelo participante, a renda será destinada também aos seus herdeiros.

Numa situação em que o participante também não tenha nomeado beneficiário ou, ainda, no caso do falecimento deste, a renda será reservada mensalmente até que o período de pagamento previsto no plano seja cumprido. Durante esse tempo o saldo será corrigido pelo índice de inflação definido no regulamento do plano até que os sucessores legítimos sejam localizados. Nesse caso, os herdeiros receberão o saldo reservado e a renda mensal, alem da renda mensal se ainda o período de pagamento não tiver sido esgotado.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Seguro Educacional


O que é?

O seguro educacional auxilia no pagamento das mensalidades escolares em caso de dificuldades dos pais ou responsáveis diante de uma situação de desemprego, morte por qualquer causa ou invalidez.

Há limites de idade para a contratação do seguro, que pode ser feito, inclusive, pelo próprio aluno. A idade mínima é de 16 anos e a máxima varia entre 65 e 70 anos, com a exigência de comprovação de se encontrar em bom estado de saúde e em plena atividade profissional.

Esse seguro funciona como uma espécie de bolsa de estudos. Nas situações previstas, pode garantir o pagamento das mensalidades até o fim do curso.

Enquanto o aluno tem respaldo financeiro para continuar os seus estudos, o colégio ou universidade garante o recebimento das mensalidades, prevenindo-se do avanço do índice de inadimplência.

Você pode contratar o seguro educacional de acordo com o ciclo de estudo de seus filhos, ou desde o início da vida escolar ao término do ensino médio ou até a universidade. Também são oferecidas diversas coberturas adicionais, desde o transporte do aluno para o colégio, quando estiver com dificuldades de se locomover por problemas de saúde, até assistência médica 24h.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Previdência complementar e um futuro mais tranqüilo


A previdência complementar aberta é uma excelente opção para quem deseja formar uma poupança e, desse modo, garantir um futuro mais tranquilo. Assim, quando chegar a época da aposentadoria, você poderá obter uma renda que complemente o benefício pago pela Previdência Social, permitindo a manutenção do seu padrão de vida atual ou poderá deixar um pecúlio para os seus dependentes.


Hoje é comum as pessoas viverem 20 anos ou mais depois de se aposentarem, a maior parte desse tempo em plena forma e saúde. Viver uma vida longa e plena é a ambição da maioria dos mortais, mas todos querem a segurança de rendimentos que sustentem o seu padrão de vida e poder de compra quando não estiverem mais trabalhando.


Converse com um profissional especializado para planejar a sua aposentadoria e traçar a estratégia mais adequada ao seu perfil financeiro e estilo de vida. Assim você poderá calcular adequadamente o valor que deverá ser investido e escolher o plano previdenciário que melhor se adaptará às suas necessidades. O Blog Falando de seguros vai ajudá-lo a encontrar a melhor solução.

Estaremos postando uma série de 10 tópicos falando tudo sobre previdência privada conforme os tópicos forem sendo postados eles poderão ser acessado facilmente nos links abaixo.

Quais são os tipos de planos de previdência complementar aberta?
Quanto devo investir em um plano de aposentadoria privada?
Minha renda mensal por sobrevivência (aposentadoria) é reajustada monetariamente?
Como calculo a renda de que vou precisar quando me aposentar?
Como escolher o melhor plano para mim?
Eu perco o plano se parar de pagar as contribuições?
Como os benefícios são pagos?
Como você planeja viver depois que se aposentar?
Existe incentivo fiscal para a previdência complementar?
Saiba as diferenças entre PGBL e VGBL

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Evite maus hábitos ao volante




Use o seu carro sem adquirir certos vícios na direção, que reduzem a vida útil das peças e equipamentos. Em nome do seu bolso, a seguir, listamos hábitos que devem ser evitados:

• Segurar o automóvel na embreagem: Controlar o veículo com a embreagem numa subida faz com que o platô não pressione o disco de embreagem contra o volante do motor. Isso acaba provocando um deslizamento entre o disco e o volante, prejudicando os componentes da embreagem, com possibilidade até de comprometer partes do motor.

• Manter o pé apoiado na embreagem: Provoca desgaste prematuro na peça.

• Virar o volante com o veículo parado: Força excessivamente o pinhão e a cremalheira da caixa de direção, diminuindo sua vida útil, além de prejudicar os pneus e forçar as buchas de suspensão.

• Esperar o motor aquecer: Esta prática, além de desnecessária, acaba prejudicando o rolamento do eixo primário da caixa de mudanças.

• Lavar o motor: O motor não foi feito para receber água sob pressão em seus conectores elétricos. Quando é lavado com jato de água, o motor pode ter seus conectores soltos. Além disso, o acúmulo de água com desengraxante ou sabão, com o tempo, leva os conectores a sofrerem oxidação, exigindo a troca do chicote.

• Deixar o tanque quase vazio:
Andar muito tempo com o combustível na reserva pode prejudicar a bomba de combustível e as válvulas injetoras, em função das impurezas do combustível, depositadas no fundo do tanque.

• Dirigir com a mão sobre a alavanca do câmbio: Desgasta as engrenagens.

• Dirigir com o braço para fora do carro: Provoca lentidão nas reações do motorista e a atitude é punida com multa.

• Dirigir com o banco deitado: Também dá lentidão às reações, além de provocar dores nas costas.

• Usar a luz de neblina desnecessariamente: Ofusca os motoristas que vêm atrás.



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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Estou com problemas com o meu contrato de seguro. O que faço?


No caso de você não estar satisfeito com o encaminhamento do seu pedido de indenização, sugiro algumas iniciativas para conduzir a um entendimento melhor:

1. Fale com o corretor da sua insatisfação:

Caso o corretor não consiga resolver seu problema, encaminhe sua reclamação ao executivo principal da área de sinistros da seguradora. Procure também a ouvidoria da empresa e o serviço de atendimento ao consumidor.

2. Reforce sua reclamação:

Pelo correio, em carta registrada com A.R. (Aviso de Recebimento), envie cópia da documentação referente ao sinistro e relate o problema que está enfrentando. Informe nessa correspondência todos os contatos pelos quais a seguradora pode se comunicar com você: endereço, telefones fixos, celular, e-mail, etc.

3. Releia sua apólice de seguro:

As condições contratuais da apólice do seguro do seu carro têm cláusulas específicas para situações como essa. Leia com atenção para saber o que foi acordado.

4. Procure a Susep (Superintendência Nacional de Seguros):

A Susep, , subordinada ao Ministério da Fazenda, é o órgão fiscalizador do mercado de seguros que controla o funcionamento das empresas do setor, com poder de aplicar penalidades. Zelar pelo interesse dos consumidores de seguros está entre suas atribuições.

Para apresentar uma reclamação à Susep, você vai precisar da cópia da apólice.

5. Defesa do consumidor:

Procure os órgãos de defesa do consumidor do seu estado e município para registrar queixa. Envie carta para os jornais (Cartas dos leitores) e conte o tratamento que a seguradora está lhe dispensando.

6. Recorra à Justiça:

Esgotadas todas as formas de negociação, recorra à Justiça. Se o seu prejuízo financeiro for de até 40 salários mínimos (R$ 18.600,00, em valores de 2009), você poderá recorrer ao Juizado Especial Cível (JEC), o antigo Juizado de Pequenas Causas. Até 20 salários mínimos (R$ 9.300,00, em valores de 2009) você não vai precisar de advogado. Valores superiores ao limite fixado para o JEC são encaminhados por ação civil pública.


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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O segurado deixou o carro com um manobrista e ele bateu. O que fazer?



As empresas que oferecem serviço de manobrista devem ter um seguro que dê garantia contra furto, roubo ou acidente.

O problema é que há várias empresas que atuam na informalidade e não têm seguro. Nesses casos, o segurado tem de fazer um Boletim de Ocorrência e acionar a sua seguradora, que vai então cobrar da empresa responsável pelo manobrista. Mas a seguradora vai ressarci-lo do prejuízo que o segurado tiver.

O mesmo também vale para o motorista que deixou o carro na mão de um “flanelinha”, que costuma manobrar o carro na rua.


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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Nome sujo. Seguro pode ser recusado?




Contratar seguro de automóvel não é tarefa das mais simples. Mesmo tendo respondido a uma série de perguntas no ato da proposta – o chamado perfil –, corre-se o risco de ter o seguro recusado sem saber ao certo o porquê.

Em abril, o microempresário Daniel Flosino Lopes fez proposta de seguro para o carro de seu filho à Itaú Seguros. “Entreguei o cheque para a primeira parcela do prêmio no ato da proposta e, como o carro passou pela vistoria, acreditei que ela tinha sido aprovada”, relata. Oito dias depois, Lopes recebeu carta na qual a seguradora informava que recusava o seguro, com base nas Circulares 47/80 e 145/00 da Susep. “Quando conversei com o corretor, ele me disse que algumas seguradoras estavam recusando propostas de pessoas que tivessem restrições no CPF.”

Esse era o caso do filho de Lopes, proprietário do carro, titular do seguro e emitente do cheque.

Para resolver o impasse, Lopes ofereceu pagar à vista o prêmio, “mas o corretor afirmou de que não adiantaria”, conta. Como se não bastasse, o cheque só foi devolvido no dia 5 de maio. “Qualquer pessoa pode, em algum momento, enfrentar problemas de crédito, o que não quer dizer que meu filho seja um devedor contumaz. Sempre cumpriu com suas obrigações”, protesta.

A Itaú Seguros, por meio de sua Assessoria de Imprensa, confirma que a recusa foi baseada nas circulares 47/80 e 145/00 da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e nenhuma lei ou norma da Susep obriga as seguradoras a divulgarem as razões da recusa, sendo essa é uma atitude de praxe.

A Circular 47/80, informa Edson Donega, do Departamento Técnico Atuarial da Susep, determina que as seguradoras têm o prazo de 15 dias para recusar uma proposta de seguro de automóvel – passado esse prazo, o seguro será considerado aceito. A superintendência, porém, não tem normas sobre quais motivos podem dar causa à recusa. “Cada seguradora estabelece os seus critérios para aceitação ou recusa de riscos”, informa. E a 145/00 estipula quais são os dados que as seguradoras devem informar a quem faz proposta de seguro.

O artigo 765 do Novo Código Civil (NCC), no entanto, diz que o contrato de seguro é da “mais estrita boa-fé”, conforme explica o advogado Sandro Raymundo. Por isso, dependendo do caso, restrição de crédito ou irregularidades no CPF podem ser motivos para recusa de proposta de seguro. “O pagamento do prêmio não é a única obrigação do segurado: o contrato de seguro baseia-se na confiança entre as partes e uma restrição no crédito pode, eventualmente, abalar a confiança da seguradora”, explica. Raymundo ressalta, porém, que é preciso avaliar cada caso individualmente.

O advogado especialista em Seguros Ernesto Tzirulnik acha difícil determinar a causa da recusa do seguro, uma vez que a seguradora não o informou, mas acredita que ela pode ser contestada, porque o artigo 758 do NCC diz que um dos documentos comprobatórios do contrato de seguro é o recibo do pagamento do prêmio. “A Susep regulamenta a cobrança do prêmio antes da aceitação do seguro e não modificou suas normas com o NCC, o que dá brecha para o comportamento da seguradora. Portanto, a prática da cobrança antecipada deveria ser extinta”, opina.

Apesar da regulamentação da Susep, Tzirulnik crê que o consumidor pode exigir a aceitação do seguro com base no recibo de pagamento do prêmio. “Essa é uma questão polêmica, que pode ser levada ao Judiciário e caberá ao juiz decidir sobre a aceitação ou não do seguro.”

Falta clareza na justificativa
Tzirulnik questiona a falta de clareza da carta da Itaú Seguros para Lopes, pois fornecer apenas os números das circulares é de pouco valor para o consumidor. “Ele não fica sabendo, efetivamente, por que a proposta de seguro foi recusada”, explica o advogado. “E mesmo que ele tenha acesso à circular, dificilmente vai entender em que caso foi enquadrado, porque são muitas as hipóteses, além de o texto ser de difícil compreensão.”

Portanto, o advogado diz que a Susep deveria obrigar as seguradoras a explicarem, de forma clara, em que se basearam para a não aceitação do seguro. “O fato de não haver norma sobre motivos para a recusa nem sobre a obrigação de explicá-los para o consumidor permite que as seguradoras recusem seguros pelas mais diversas razões e dá margem a discriminação”, afirma.

Fonte: IGF


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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Minha carteira de motorista está vencida, ainda tenho a cobertura do seguro?




O motorista do veículo deverá estar regularmente habilitado. Seu carro permanece no seguro, porém você está inabilitado para dirigir. Caso você dirija seu carro com a carteira vencida, além de infringir as Leis de trânsito, estará descoberto. Faça o exame médico e atualize sua carteira no DETRAN de sua cidade. Não há necessidade de comunicar isto à seguradora, porém é fundamental que você mantenha sua carteira de motorista regularizada.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Mais dicas para contratar o seguro do seu carro

Os seguros para automóveis são muito comuns. Eles apresentam grande variação de preços, em função de diversos fatores:

- Tipo de carro;(Um automóvel muito visado pelos ladrões costuma ter um seguro mais elevado, um automóvel esporte tem seguro mais caro que um carro familiar.)
- O lugar onde fica o carro, no estacionamento ou na rua, na cidade ou no campo, em cidades pequenas ou em grandes centros.
- A frequência com que você dirige. Quanto mais tempo alguém passa dirigindo, maior o risco de acidêntes.
- Perfil do motorista. Um motorista homem e jovem tem maior probabilidade de bater o carro.
- Equipamentos anti-furto. (alarme, trava, etc...)

Lembre-se que esses fatores são apresentados ao fazer um seguro, na ficha que o segurado preenche. Apesar dos corretores buscarem descontos, você deve conferir as informações, pois se na sua ficha você colocou que é o motorista principal do veículo, e ele sofre um acidênte na mão do seu filho, existe a chance de você ter mentido e isso será investigado. Se for o caso, a seguradora poderá recusar o pagamento, e o desconto terá saído caro. Outro exemplo é o motorista que coloca na ficha que possui estacionamento para o veículo, e na prática estaciona o carro na rua todas as noites. Será muito fácil para o investigador da seguradora descobrir com porteiros se o carro dormia na garagem, mas ele só vai se preocupar com isso após o furto, e nesse caso, o prejuízo será seu. ASSIM: VERIFIQUE AS INFORMAÇÕES PRESTADAS NA FICHA, ESPECIALMENTE QUANDO FOR RENOVAR O SEGURO. Lembre-se também de informar a seguradora mudanças de endereço, ou das condições descritas acima.

Saiba também que:
01 - Os veículos segurados envolvidos em acidente devem ser resguardados de forma a não aumentar os prejuízos indenizáveis.

02 - As avarias não relacionadas com o acidente ocorrido, tais como ferrugens, mossas e outros, não serão indenizados pela seguradora, da mesma forma que as peças danificadas pelo seu próprio uso ou desgaste.

03- Os acessórios só terão cobertura mediante pagamento de prêmio adicional correspondente

04 - Para receber indenização por perda total, o segurado deverá comprovar a propriedade do bem através da documentação pertinente.

05 - Qualquer alteração no objeto ou local segurado, deverá ser comunicada imediatamente à seguradora.

06 - Se você teve seu veículo furtado ou roubado pode solicitar a restituição do IPVA proporcional ao período em que não fez uso do veículo. Esta informação consta do Artigo 4., Par 6 e 7 da Lei nº 8.115, de 30 de dezembro de 1985. A solicitação de restituição do imposto deve ser feita na Secretaria da Fazenda, Guichê do IPVA.


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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Carro inundado? Veja o que fazer


Pode parecer absurdo, mas essa é a recomendação tanto das seguradoras quando de especialistas aos motoristas que tiverem seus carros atingidos por alagamentos. Rubens Venosa, engenheiro mecânico e proprietário da oficina Motor Max, alerta que o veículo deve ser desligado assim que a água atinge o assoalho. Caso contrário, ela entrará pelos filtros de ar e afetará o motor, comprometendo as partes internas do carro – o chamado calço hidráulico. "Dependendo da altura em que a água está, até a onda que o caminhão faz quando passa ao seu lado é perigosa", completa Rubens.

Marcel Baloni, corretor de seguros, dá a mesma orientação aos seus clientes. A Susep (Superintendência de Seguros Privados) estima que, em relação a 2008, houve um aumento de 70% nos casos de danos causados pela chuva. "Algumas seguradoras têm restrições, mas a maioria das empresas com as quais trabalho (Porto Seguro, Allianz, entre outras) cobre prejuízos por enchente, desde que o motorista desligue o carro e não fique insistindo em dar partida", afirma Marcel. Ele ainda acrescenta que, como a cobertura de cada seguradora varia, o ideal é ficar atento às condições gerais do contrato ou consultar o corretor.

Imagens mostram o carro sujo logo após retirada do tapete e instalação de novo carpete André posa ao lado do Corsa Segundo o engenheiro mecânico Ricardo Bock, só é aconselhável seguir com o carro por uma via alagada se a água ainda não tiver alcançado metade na roda. "Nessa situação, o motorista deve andar em primeira marcha, na faixa de torque ideal do motor", afirma.

A viabilidade da recuperação de um carro atingido pela enchente depende do valor do veículo, da existência de seguro e do alcance dos danos. O motor não é a única parte do carro que pode ser comprometida pela água. Rubens Venosa explica que o conserto da mecânica é simples, porque envolve apenas a limpeza de peças e a troca de lubrificantes. O problema maior ocorre quando a parte eletrônica é atingida, pois isso pode significar a perda do módulo eletrônico, que, em alguns carros, chega ao valor de 20 mil reais.

Conserto: preços e tempo de espera
César Alves é funcionário da área comercial da Saddy Motores, uma das maiores retíficas de São Paulo, e diz não ter recebido nenhum automóvel com calço hidráulico neste ano. "Os carros atingidos pelas últimas enchentes estão sofrendo perda total. Quando o carro boia, por exemplo, não pega só o motor. É o carro inteiro. Não dá para recuperar", afirma César. Ele acrescenta que a recuperação do motor de um carro nacional popular fica por volta de R$ 3.400 e leva de sete a dez dias.

Especialista lava carpetes e bancos do Corsa que ficaram completamente sujos após a enchente Corsa logo após reforma completa Já Tony Ricardo Toledo, gerente da Box 7, oficina de São Paulo que trabalha com higienização de carros, percebeu um aumento de 80% na demanda pelos serviços da loja neste mês. "Os automóveis que não têm a parte elétrica danificada e precisam apenas do serviço de limpeza ficam de 3 a 4 dias na oficina e os custos variam de 500 a mil reais", afirma Tony.

Prejuízos a longo prazo
Não são apenas os veículos em movimento que são vítimas das enchentes. Marco Rossi teve seu carro atingido no estacionamento do seu local de trabalho, no dia 20 deste mês. A água invadiu o automóvel até uma altura de aproximadamente 10 cm. "Eu não sabia se tinha afetado a parte elétrica e o motor, mesmo assim resolvi arriscar e ligar. Deu tudo certo. Só tive que retirar a água, pacientemente, com o tapete", lembra. Apenas o assoalho e o forro das portas e laterais foram danificados e tiveram que ser trocados. O carro ainda está sendo reparado.

André Silva, analista de sistemas, também teve uma triste surpresa ao buscar seu carro na oficina, em dezembro de 2008. "Trabalho ao lado do lugar onde o carro estava. Aparentemente, era um local seguro e o carro estava no elevador hidráulico para troca de óleo. Mas a água da chuva ultrapassou os 2 metros e nenhum funcionário acionou o botão que suspenderia e salvaria o veículo", lembra André.

Rua onde o Corsa de André foi alagado também tinha outros veículos estacionados A água danificou a parte elétrica do carro, o kit de som, o tambor traseiro e a pastilha de freio dianteira. Ele tinha seguro, mas não compensava acioná-lo, pois a franquia era superior ao valor dos reparos.

Alguns prejuízos apareceram depois. Por causa do contato com a água, o escapamento e a válvula de liberação do líquido de arrefecimento enferrujaram e precisaram ser trocados. "Foi a primeira vez que meu carro foi atingido pela enchente e espero que tenha sido a última", desabafa André.

Fonte: revistaautoesporte.globo.com


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sábado, 11 de setembro de 2010

Propaganda genial




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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Zero ponto na habilitação = 5% de desconto no Seguro.




Porto Seguro Auto quer valorizar você, motorista, que adota boas práticas no trânsito.

E para incentivar ainda mais, agora quem não tem pontuação na habilitação - CNH: Carteira Nacional de Habilitação - ganha 5% de desconto no Porto Seguro Auto*.

É muito simples: ao contratar o Porto Seguro Auto - seja um seguro novo ou uma renovação -, você receberá automaticamente um desconto de 5% no prêmio líquido do Seguro Auto, caso o principal condutor não tenha nenhum registro de multa na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em um ano.

* Válido para o Estado de São Paulo a partir 1° de abril. Para veículos que circulam no Estado do Paraná a partir de 1° de maio. Para veículos que circulam no Estado do Rio de Janeiro a partir de 1° de setembro. Informações reduzidas de caráter promocional.

Fonte: Porto Seguro


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Dicas de Seguro


Para contratar qualquer apólice de seguro procure um corretor da sua confiança, registrado na SUSEP, ou entre em contato direto com uma sociedade seguradora.
O valor do bem a ser segurado deverá sempre ser igual ao seu valor real.
Não se pode fazer mais de um seguro para o mesmo bem, salvo se for em complemento do primeiro e o segurado deverá declarar nas referidas apólices a existência do outro seguro.
O prazo que o segurador tem para aceitar uma proposta de seguro é de 15(quinze) dias. O pagamento antecipado do prêmio de seguro não garantirá a cobertura do seguro até o fim daquele prazo.
A importância segurada é o valor máximo de indenização para qualquer sinistro. Se o valor do bem segurado aumentou ou diminuiu, o segurador deverá ser devidamente comunicado a fim de que providencie a respectiva alteração no seu contrato.

Duvidas? Deixe seu comentário.


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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Saiba o valor de mercado do seu veículo


Se voce está pensando em vender seu carro, comprar um carro novo ou apenas quer se atualizar saiba qual o valor de mercado real do seu veículo de acordo com a Tabela FIPE.
Confira também Preços Médios, utilitários pequenos, caminhões e motos.


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Seguradoras oferecem serviços gratuitos para sua casa, computador e notebook. Aproveite!


A maioria dos clientes não sabem, ou não se preocupam, mas as seguradoras em sua maioria oferecem serviços gratuitos para residência. Muita gente diz que esquece de usar, outros não se lembram, mas sabe aquele interruptor com defeito? aquele probleminha hidraulico? Você pode estar perdendo uma grande oportunidade de fazer esses pequenos reparos sem custo algum. Isso porque as seguradoras, buscando fidelizar e atrair novos cliente o ferecem esses serviços gratuitos quando o você contrata o seguro para do automóvel.
A Porto Seguro por exemplo oferece varios benefícios gratuitos como: serviço à residência, Pet Shoping e Help Desk.
O importante é aproveitar os diferenciais e vantagens que as Cias oferecem. Portanto vai uma dica, antes de ligar para seu técnico de informática, o chaveiro da esquina ou o o bombeiro hidraulico, dá uma ligadinha antes para sua seguradora e pergunte se ela oferece esse tipo de serviço, pois é um escelente custo beneficio para quem tem seguro.

Gostou desse tópico? Deixe seu comentário.

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Saiba porque o seguro do seu carro tem preços diferentes em cada seguradora




Você sabe por que o seguro do mesmo automóvel com o mesmo proprietário é barato numa empresa e sai caro na outra?

Pesquisar preços é uma das melhores recomendações na hora de cotar o seguro do carro, pois é possível encontrar diferenças de preços de até 200% entre uma seguradora e outra, apesar de a apólice, o veículo e o cliente serem os mesmos. Como explicar tanta disparidade?

O cálculo desse preço envolve a experiência e os fatores de risco (modelo, local, ano, idade, quilometragem). Tais dados alimentam programas de cálculos estatísticos, que vão estipular o valor do seguro.

Depois, são acrescidos comissão do corretor, despesas administrativas da seguradora, impostos e o lucro.

Se não houvesse concorrência, as diferenças entre preços seriam ínfimas. As variações dependem da estratégia de cada seguradora, que decide se vai cortar custos ou reduzir margem para ter um preço mais competitivo, ou se eleva os preços para lucrar mais. Cada seguradora calcula seus preços a partir das próprias estatísticas e experiências, além de suas estratégias de mercado serem diferentes. Um cliente pode ser considerado interessante para uma empresa e ser visto como encrenca para outra. “Uma seguradora pode ter uma estratégia mais agressiva que a outra para determinada fatia do mercado”, afirma Fernando Cheade, superintendente executivo de automóveis da Bradesco Auto.

As seguradoras costumam rever mensalmente os preços de suas apólices, ajustando-os a oferta, demanda e sinistralidade. Seguros baratos hoje podem estar mais caros amanhã, e vice-versa. Mudanças nos roubos de alguns ocorrem todo o tempo, e esse é um dos fatores que mais influenciam os preços.

A diferença de preço é também uma forma de selecionar a carteira. “É um modo de a seguradora se proteger de riscos que ela não quer correr. Assim, em vez de dizer não, ela cobra mais caro e o cliente vai embora naturalmente”, diz Pedro Pimenta, superintendente de automóveis da Allianz Seguros.

Os serviços adicionais são peça importante do marketing, contudo sua influência sobre o preço final é pequena, pois eles tendem a ser parecidos. Mas atenção: às vezes, você pode estar pagando por um serviço que não vai usar nunca, e isso é jogar dinheiro fora. Aqui o grupo Porto Seguro segue duas estratégias.

A marca Azul Seguros destina-se a quem procura preço e não faz questão de serviços adicionais. A bandeira Porto Seguro oferece mais opções e cobra mais caro. “O cliente precisa colocar na ponta do lápis para descobrir o mais adequado, pois o uso das facilidades, muitas vezes, chega a recompensar mais que o valor pago pela apólice”, diz o diretor de produtos automóvel da Porto Seguros, Marcelo Sebastião.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Vai viajar? siga essas dicas


Quanto ao veículo
1. Verifique o nível de combustível;
2. Verifique o estado dos pneus e aros (inclusive do estepe);
3. Calibre os pneus (inclusive o estepe);
4. Verifique alinhamento da direção e balanceamento das rodas;
5. Verifique o nível do óleo do motor;
6. Verifique o nível do fluído da direção hidráulica;
7. Verifique o nível da água da bateria (exceto no tipo “sem manutenção”);
8. Verifique o nível da água do reservatório de expansão ou do radiador;
9. Verifique o nível da água dos “esguichadores” do pára-brisa e do vidro traseiro;
10. Verifique os limpadores do pára-brisa e troque as palhetas se necessário;
11. Verifique o funcionamento dos faróis, lanternas e pisca-picas;
12. Regule os focos dos faróis;
13. Verifique o nível do fluído de freio;
14. Verifique o estado das pastilhas e lonas de freio;
15. Verifique o extintor de incêndio (validade e pressão). Se não estiver em ordem você pode ser multado;
16. Verifique se o veículo possui todos os equipamentos exigidos por lei (estepe, macaco, chave de rodas e de fendas, triângulo de segurança e extintor);

Quanto a você
1. Planeje a viagem com antecedência e evite os horários de maior tráfego;
2. Certifique-se de que está portando todos os documentos exigidos por lei (Carteira de Habilitação - CNH, Certificado de Registro e Licenciamento Anual – CRLV). A nova Resolução 205 de 10/11/06 do CONTRAN desobriga os motoristas a portarem o IPVA e o
DPVAT;
3. Mantenha nos porta-trecos e/ou porta-malas do veículo: celular, guias ou mapas rodoviários, flanela, papel e caneta, óculos escuros, papel higiênico, lanterna com pilhas, jogo de ferramentas e galão para água;
4. Refeições leves e absolutamente nada de bebidas alcoólicas. Faça uma parada em local seguro, a cada duas horas de viagem, para “esticar o corpo”.

Quanto a residência 1. Jamais comente sobre sua viagem na presença de pessoas estranhas;
2. Peça para um parente ou vizinho de confiança recolher suas correspondências e parar o carro na sua garagem dando assim a impressão de que a casa não está vazia;
3. Jamais deixe luzes acesas. Durante o dia elas indicam que não há ninguém em casa e, portanto torna-se um convite aos ladrões;
4. Suspenda os envios de jornais e revistas ou solicite alteração no endereço de entrega;
5. Desligue a campainha. Desta forma, quem usá-la para verificar se tem alguém na casa, ficará em dúvida.

E uma boa viagem!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Abrir mão para cobrar menos


Quer economizar na hora de assinar a apólice? Saiba o que você pode fazer para baixar o preço do seguro.
Procurar o melhor negócio e perguntar sempre se é possível pagar menos. Ao seguir essas recomendações simples, a especialista em importação Flavia Felgueiras economizou quase 2000 reais ao fazer o seguro do seu New Beetle 2008. O recurso foi simples: Flavia optou por elevar o valor da franquia e obteve um belo desconto no prêmio. Mágica? Não, estatística. O preço de um seguro, chamado prêmio, é calculado pela probabilidade de ocorrer um acidente, tecnicamente chamado de sinistro. Dados como perfil do segurado, localização e utilização do veículo são preponderantes na hora de definir o preço do seguro. Alguns detalhes não podem ser mudados. Idade, por exemplo. Os seguros sempre serão mais salgados para motoristas com idade entre 18 e 25 anos. Além de serem mais jovens e estatisticamente mais dispostos a dirigir perigosamente, esses motoristas em geral estudam e, para piorar a situação, as redondezas de universidades são consideradas pontos críticos pelas seguradoras, por serem áreas de alta incidência de furtos de veículos.

Entretanto o segurado não precisa se conformar com o que as companhias oferecem, e pode conseguir pagar menos se souber negociar antes de assinar o contrato. Algumas empresas oferecem bons descontos a quem instalar equipamentos que protejam o carro de roubos, como rastreadores e dispositivos que impedem que o carro seja ligado.

Outro recurso, se o carro for dividido por um casal, é fazer o seguro no nome dela. “As estatísticas provam que as mulheres são mais cautelosas ao dirigir, por isso as seguradoras cobram menos”, diz o consultor Anderson Tonhato, da Stremo Consultoria.

Foi o que fez Flavia, ao perceber que o seguro no nome do marido custaria bem mais caro. “Não fazsentido, pois os dois dirigem o carro quase na mesma proporção”, diz ela. Mesmo não fazendo sentido, é assim que o mercado funciona, e Flavia aproveitou as regras do jogo para economizar.

Outro recurso é pedir para a seguradora elevar o valor da franquia, que é paga pelo segurado somente em caso de sinistro. Ela funciona como uma garantia de que o segurado não vai mandar o automóvel para a funilaria à custa da seguradora toda vez que alguém encostar no para-choque no estacionamento do supermercado. Ao aumentar o valor da franquia, o segurado praticamente se obriga a reparar por conta própria acidentes que provocarem danos leves ou médios.

No caso de Flavia, essa decisão cortou drasticamente os gastos. A franquia sugerida pela seguradora na apólice de seu New Beetle era de cerca de 2000 reais, e o seguro custaria 3700 reais. O carro era zeroquilômetro e era sua primeira apólice, então não adiantava pensar em bônus de renovação.

Menos pode ser menos Flavia e o marido já haviam se conformado com a despesa quando se lembraram de outra corretora de seguros que os atendia no passado. “Telefonamos e, quando explicamos o problema, ela sugeriu aumentar a franquia”, diz Flavia. Elevando o valor para 5000 reais, o seguro caiu para cerca de 1700 reais, o que representou uma economia de 55%.

Baixar a apólice em 2 000 reais com apenas um telefonema tem um custo, que muitas vezes não é percebido pelo segurado. Ao fazer isso, o segurado está abrindo mão de uma parte da proteção a que teria direito se pagasse mais. Assim, em vez de poder contar com a seguradora em pequenos e médios acidentes, o segurado terá de se conformar em pagar tais consertos do próprio bolso.

Quando vale a pena pedir para aumentar a franquia? A recomendação dos especialistas é analisar o próprio perfil de riscos. Os casos mais indicados são aqueles em que a probabilidade de acidentes é menor. Quem usa pouco o carro, dirige com cuidado e sempre estaciona em garagens fechadas pode correr um pouco mais de risco e economizar na hora do seguro. Já os motoristas que usam o carro por mais tempo, estão sempre na rua, trafegando por regiões onde a probabilidade de um acidente é maior, deveriam optar por pagar mais caro e ter mais proteção.

“O preço é importante, mas não deve ser o único fator de decisão”, diz Tonhato. “O segurado pode fazer um seguro para não precisar usá-lo, mas tem de pensar nos problemas que terá se o sinistro ocorrer e se a cobertura for insuficiente.”

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Seguro de vida garante estabilidade financeira


Seguro de vida garante estabilidade financeira em momentos difícieis
Com cobertura individual ou extensiva a familiares e mensalidades a partir de R$ 20, planos permitem resgate de parte do valor investido

No Brasil, boa parte dos lares é sustentada por apenas um membro da família – muitas vezes, um idoso. Para garantir que a família não passe por necessidades futuras, o seguro de vida é uma boa opção.

– O objetivo é assegurar a estabilidade financeira e dar condições para que familiares possam superar uma perda ou uma doença grave de seu provedor durante um tempo pré-determinado – diz Cristina Vieira, gerente da Porto Seguro Vida e Previdência.

Disponível em formatos individuais (com coberturas somente para o titular) e familiares (extensiva a cônjuges e filhos), a modalidade também permite resgatar parte do valor pago em vida. Dessa forma, o seguro pode funcionar como uma poupança.

– Dependendo das garantias contratadas, o segurado poderá contar com amparos, como indenizações por invalidez, assistência funeral extensiva aos familiares e sorteios – explica Renato Terzi, diretor de produtos da HSBC Seguros.

Quantias dependem do grau de risco

As mensalidades são calculadas de acordo com o estilo de vida do segurado, que deve fornecer informações sobre idade, saúde, situação financeira, profissão e prática de esporte. Pessoas que representam maior risco pagam valores maiores. O resgate, que varia conforme o plano e o perfil do titular, pode chegar a milhões de reais, enquanto as mensalidades podem ir de menos de R$ 20 a mais de R$ 500, dependendo da cobertura.

O seguro de vida não envolve franquias, estando atrelado à divulgação correta das informações por parte do consumidor. Mas é preciso atenção.

– Eventuais sonegações de dados podem levar a seguradora a não renovar um contrato ou reduzir uma indenização – enfatiza Cristina, da Porto Seguro.

A artista plástica Paula da Costa e Silva Alcântara, 56 anos, mãe de três filhos, espera nunca precisar acionar o serviço, mas permanece protegida financeiramente.

– Não tenho renda fixa, e, na ausência de meu marido, isso poderia ser um problema. Temos seguro de vida há 20 anos, desde que ele sofreu um assalto. Esperamos que nada de ruim aconteça, mas ninguém está livre de surpresas – afirma

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Use o cinto de segurança

O uso do cinto é indispensável e obrigatório, inclusive no banco traseiro


O cinto de segurança tem a finalidade de proteger os ocupantes de um veículo em caso de acidente. Caso o veículo sofra um impacto, a finalidade do cinto de segurança é não deixar que as pessoas estejam ejetadas e, no interior do veículo, reduzir os riscos de ferimentos contra a estrutura do veículo.

Legislação: extratos do CTB:Art. 65 - É obrigatório o uso do cinto de segurança para o condutor e os passageiros em todas as vias do território nacional, salvo em situações regulamentadas pelo CONTRAN.

Art. 167. (Constitui infração de trânsito) deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança, conforme previsto no art. 65:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator.

domingo, 29 de agosto de 2010

Quem paga mais caro pelo seguro do carro, homem ou mulher?



As estatísticas comprovam: a maioria dos acidentes de trânsito são provocados por homens, de acordo com levantamento do Sindicato das Corretoras de Seguros do Distrito Federal. Enquanto os homens insistem em chamar as mulheres de “barbeiras”, as companhias de seguro cobram mais caro deles.

O exemplo é um carro popular. Um homem de 30 anos vai pagar um seguro de R$ 2,7 mil. Já a mulher, da mesma idade, vai pagar um seguro de R$ 1,9 mil. A economia é de R$ 800, quase 30% menos que os homens pagam.
“Os acidentes que as mulheres se envolvem são, geralmente, pequenos. É um arranhãozinho aqui, um arranhãozinho acolá. Enquanto que um jovem ou outra pessoa do sexo masculino, os acidentes que eles se envolvem são realmente expressivos”, afirma Dorival Alves, presidente do Sindicato das Corretoras de Seguros do Distrito Federal.

O Distrito Federal tem 1,2 milhão motoristas habilitados. Como em todo o mundo, os homens são a maioria: 64%. As mulheres, 36%. Mas quando o assunto é acidentes, a proporção é bem maior: eles estão envolvidos em 80% das colisões.

“A gente tem um número maior de homens habilitados. Em segundo lugar, tem uma relação, sim, com a questão de comportamento, com aceitação de risco maior da parte do sexo masculino, que é um dado cultural, muito provavelmente ligado à socialização”, diz o especialista em trânsito da UnB Victor Pavani.

“As mulheres são mais prudentes, mais cautelosas. Todo que o homem não é”, confessa um motorista.

sábado, 28 de agosto de 2010

Seguro para seu Notebook ou Smartphone


Você já pensou em contratar um seguro para seu notebook, handheld ou smartphone e, assim, garantir a reposição do equipamento no caso de danos ou sinistros? Se você locomove-se com freqüência e não pode correr o risco de ficar sem acesso a sua principal ferramenta de trabalho. Esse produto é válido tanto para Pessoa Física quanto Pessoa Jurídica.
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Este seguro destina-se a equipamentos tipo:

Noteboks
Laptops
Palmtops
Handhelds

O Seguro para Equipamentos Portáteis abrange os equipamentos quando em guarda, em uso ou em trânsito, em todo território brasileiro, nos riscos descritos abaixo:

Roubo e furto qualificado (exceto quando deixado em veículos);
Impacto de veículos, aeronaves e embarcações;
Incêndio, raio ou explosão e suas conseqüências;
Queda , quebra ,amassamento e arranhadura decorrentes dos riscos cobertos;
Danos elétricos, quando contratada a cobertura adicional.

Alagamentos provocam prejuízos aos motoristas; saiba como proteger seu veículo

Jorge Ben Chove chuva

A água entrou pela garagem, alcançou o quarto degrau da escada e ameaçou entrar na casa. Minutos depois, o carro da aposentada Maria Honorato de Oliveira, 68, começou a boiar e ela viu o sonho do primeiro automóvel ser coberto de lama. "Nunca consegui ter um carro, quando consigo acontece isso. Faz dois anos que a gente está pagando, descontando do holerite. Agora está cheio de lama, sai faísca, sai fumaça. Não sei se o mecânico vai conseguir consertar", contou.

Ela e o marido, também aposentado, moram no bairro Monte Alegre, em Pirituba, na zona norte de São Paulo, região que sofre desde dezembro com as enxurradas. Depois que o carro foi para o conserto, eles precisam pegar ônibus para se movimentar pela cidade.

"E aí demora, pega trânsito, é cansativo... Ficou bem difícil, mas vida de pobre é assim. Tem que pagar IPVA, mas não tem ninguém para ajudar", disse. "Fora o prejuízo. Uma pecinha que distribui a eletricidade pelo carro custa R$ 300. O motor de arranque, então, nem se fala. Pega e para", falou.

Alguns dias depois, do outro lado da cidade, na Vila Clementino, zona sul da capital, a cena se repetia. Desta vez, na garagem do prédio do engenheiro Aldo Augusto Bergamasco, 45, onde cerca de 40 carros ficaram debaixo d’água em dois subsolos --inclusive o dele e o da mulher dele.

"O seguro disse que vai cobrir, porque o carro estava dentro da garagem e foi uma invasão de água, mas o dinheiro ainda não chegou. O maior prejuízo é com a demora. Eu consegui um carro reserva com a seguradora, mas minha mulher não. Ela depende de carona de colegas e funcionários para chegar ao trabalho. No fim de semana, tivemos que visitar familiares, inclusive no hospital, e a vida ficou muito corrida", explicou Bergamasco.

Seguro contra alagamento
A forma mais segura de passar pela temporada de chuvas sem maiores transtornos ainda é evitar locais propensos a alagamentos, chuvas de granizo, quedas de árvore e pedras. Mas, caso isso seja inevitável, a opção pode ser fazer um seguro do carro.

De acordo com a Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados (Fenaseg), os danos provocados por inundações estão previstos na chamada "cobertura compreensiva", que é a apólice escolhida pela maioria das pessoas e protege contra colisão, incêndio, roubo e furto. Contratando esta cobertura, o carro também estará protegido dos sinistros provocados por enchentes, seja nas ruas da cidade ou na garagem de prédios e casas.

Nesse modelo, no entanto, não estão previstos danos de enormes proporções, como os provocados por terremotos, ou casos de agravamento de riscos. "O motorista não deve nunca tentar atravessar um local alagado onde outros veículos falharam. Se isso for comprovado, o segurado pode perder o direito à indenização", explicou o diretor do Porto Seguro Auto, Marcelo Sebastião.

Depois de feito o sinistro, ou seja, o registro do problema na central da seguradora, o carro é encaminhado para a oficina mecânica para reparo e avaliação do prejuízo. Quando o valor do conserto ultrapassa 75% do valor do veículo (na maioria das vezes calculado pela tabela Fipe) a indenização é total, informou o representante do setor de automóveis da Fenaseg e superintendente da Bradesco Seguros, Fernando Cheade.

Se você já possui um seguro e sofreu algum tipo de perda por conta da chuva, deve ler no contrato as condições gerais da apólice para saber se está coberto. Caso esteja e mesmo assim tiver problemas em conseguir a indenização, pode procurar o órgão de defesa do consumidor da sua cidade.

Procura faz preço do seguro subir A segurança, porém, pode custar caro. Além de ter de pagar a franquia --que varia de acordo com a seguradora, mas pode passar de R$ 1.000--, o motorista ainda pode enfrentar uma alta nos preços das apólices para o próximo ano.

Cheade explicou que houve um aumento significativo no número de atendimentos em função da chuva, tanto para a remoção dos veículos enguiçados em locais alagados quanto para reparos de automóveis que sofreram com as inundações. E a procura, disse ele, leva ao aumento dos pagamentos de sinistro e, consequentemente, ao reajuste do preço do seguro.

"As taxas são diretamente decorrentes da frequência e severidade das ocorrências. Um aumento na época de chuvas intensas é sempre esperado, mas os volumes têm superado a expectativa. O aumento no volume de chamadas foi superior a 30%", afirmou.

Fonte: Fabiana Uchinaka Do UOL Notícias Em São Paulo.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Seguro Auto "gratis"


Concessionárias no Brasil utilizam-se com frequencia de “ofertas” de seguros para estimular a compra de carros. A matemática é simples, somam ao valor do veículo o valor aproximado do seguro e oferecem ao público o valor total. No Rio Grande do Sul o Sindicato gaúcho dos corretores de seguros entrou na justiça contra essa prática, confira a notícia no Jornal do Comércio RS:
Sindicato gaúcho dos corretores de seguros foi vitorioso na reclamação junto à 3ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor contra concessionárias de veículos por práticas comerciais abusivas, com oferta de seguros grátis, resultando em Termo de Ajustamento de Conduta. As empresas retirarão de exibição em 30 dias da assinatura toda a publicidade veiculada em desconformidade com o termo.

A publicidade que fizer referência à oferta de seguro deverá fazer constar no texto a informação sobre a seguradora e corretora de seguros envolvidas. Quando a oferta do seguro estiver vinculada a contrato de financiamento, deverá revelar o valor do seguro e, se for o caso, a opção do financiamento sem ele.

Fonte: Jornal do Comércio RS | Colunas | RS

Banco do Brasil negocia primeira venda de seguro pelo Twitter


A Aliança do Brasil, empresa coligada do Banco do Brasil, fechou no dia 8 de junho (terça-feira), a venda do primeiro seguro em que a captura da oportunidade do negocio ocorreu na rede social Twitter. Um “twitteiro” do Rio de Janeiro, que até então não era cliente do Banco, contratou três módulos do seguro contra acidentes pessoais BB Proteção Viagem.
Satisfeito com a aquisição, o internauta “twittou” no seu microblog a seguinte mensagem: “O BB Seguros deu show. Contratei um seguro para minha viagem através do twitter sem sair de casa com um atendimento espetacular. Parabéns”.

Lançado há um mês pela Aliança do Brasil, o domínio no twitter www.twitter.com/bbseguros tem objetivo de identificar potenciais compradores dos seguros oferecidos pela Companhia, além de fomentar discussões sobre a importância da proteção na vida das pessoas.

“Nossa preocupação é fomentar a discussão sobre seguros, conscientizar o internauta sobre a importância da Proteção para sua vida. Além de munir o usuário da rede com informações sobre bem-estar e qualidade de vida”, avalia o diretor comercial da Companhia, Paulo Bonzanini.

A expectativa do Banco do Brasil é incrementar o número de contratação de apólices originadas no canal digital. | AI/Brasília (DF)

Fonte: Fator

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Veja os 10 veículos mais roubados ou furtados no semestre



VW Gol lidera ranking de confederação de seguradoras.
Entre motos, Honda CG 125 é que mais foi alvo desses crimes.

O Volkswagen Gol é o veículo mais roubado/furtado no Brasil durante o primeiro semestre, aponta estudo da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSeg). Para estabelecer o ranking, a entidade se baseia no banco de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
O estudo mostra que 191.347 carros, motos, caminhões e ônibus foram alvos desses tipos de crime, com registro da ocorrência entre janeiro e junho (média de 1.057 veículos furtados ou roubados por dia). Na lista dos dez mais há sete carros e três motos; entre elas, a Honda CG 125 lidera. O levantamento reúne todos os modelos de cada veículo, por exemplo, do Gol.

De acordo com o Denatran, a frota total de veículos automotores no país em abril era de 61.014.812. Veja abaixo os dez veículos mais roubados/furtados no semestre, o percentual de cada um sobre o total de veículos roubados/furtados no período e a frota nacional de cada veículo.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Carros elétricos 2010

Cuidado ao contratar o carro reserva

Muito cuidado com carro reserva oferecido pela Generali em decorrência de sinistro coberto. Ele não possui seguro. Quando o segurado vai retirar na locadora tem uma surpresa: deve optar entre pagar uma diária para cobertura de apólice ou sair sem seguro.A cobertura é de R$19,00 por dia.

Quem em sã consciência faz seguro do seu veiculo, contrata cláusula de carro reserva e imagina que a seguradora (que garante seu bem), vai lhe disponibilizar outro sem cobertura securitária?

Nas condições gerais da apólice, item Carro Reserva, consta em negrito alínea G , com uma redação muito precária aos olhos do Código de Defesa doConsumidor que não serão de responsabilidade da seguradora dentre diversos itens “a franquia do seguro contratado pela empresa locadora”

Se a seguradora informa que não é responsável pela franquia, subentende-se que existe um seguro.A locadora informa que sim, seus veículos possuem seguro. Porém os contratos efetuados pela Europ Assistance Brasil Serviços de Assistência S/A, contratada pela Generali, não estão amparados nesta cobertura.

O resultado de tudo isto é desgaste entre corretor/segurado, pois 0a seguradora informa em todos os seus setores que este assunto deve ser tratado entre segurado e locadora.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Bati em outro carro. O que faço?



Primeiro providencie o registro policial da ocorrência, tranqüilize o terceiro informando-o sobre seu seguro e oriente-o a comparecer ou contatar a corretora, munido de uma cópia do B.O. (boletim de ocorrência), documento do veículo e habilitação. A corretora o encaminhará a uma oficina credenciada para os reparos necessários. Em seguida, você deverá contatar a corretora para formalizar o aviso do evento, para que a corretora atenda ao terceiro. Se o seu veículo não puder se locomover, acione a Assistência 24 horas, serviço este que não é extensivo ao terceiro.

O que é Bônus?

Bônus é um desconto progressivo dado ao segurado, objetivando reduzir o preço das renovações de seguro daqueles segurados que não apresentarem nenhuma reclamação para indenização durante a vigência da apólice. O bônus é do segurado, ele pode utilizá-lo em qualquer seguradora ou corretora de seguros, ou seja, mudando sua apólice na renovação para outra companhia e ou corretora, você não perde o desconto do bônus.

Dúvidas? comente.

domingo, 22 de agosto de 2010

Roubo de carro com três latas

Atenção para esse vídeo e tome cuidado ao deixar o estacionamento ou sair com o carro.Nenhum investimento é demais tratando-se do seguro de seu veículo.




O que você faria se estivesse no lugar dela? Comente.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Bebê conforto, uso obrigatório


Resolução do Contran determina uso obrigatório para quem tem até 7 anos e meio.
Fiscalização, no entanto, só começa a valer a partir de 2010.
O uso da cadeirinha para crianças será obrigatório por lei. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) já redigiu a nova resolução que altera o artigo 168 do Código Nacional de Trânsito, que trata do transporte de crianças, tornando obrigatório o uso da cadeirinha para crianças até sete anos e meio de idade. A nova regra será publicada no Diário Oficial nos próximos dias, de acordo com a assessoria de imprensa do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), mas só vai começar a valer a partir de 2010.
A resolução que ainda está em vigor torna obrigatório o uso do cinto de segurança, mas não fala especificamente em cadeirinhas. De acordo com o artigo 168 do Código de Trânsito Brasileiro, a multa prevista para quem descumpre as normas para o transporte de criança é R$ 191,54, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e a retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada. A lei não se aplica para veículos de transporte remunerados como táxis, ônibus e peruas escolares
Bebês até um ano devem ser transportado no bebê conforto com a cabeça voltada para os fundos do veículo. Crianças de um a quatro anos de idade devem ser transportadas no dispositivo de retenção, as chamadas cadeirinhas. De quatro a sete anos e meio, a criança deverá utilizar o assento de elevação.
A nova resolução classifica as crianças pela idade, independente do tamanho de cada uma. Especialistas em segurança no transporte, no entanto, indicam que cada tipo de assento deve ser relativo ao tamanho e ao peso da criança.
Segundo eles, o bebê conforto é ideal para crianças até 13 kg; a cadeirinha atende crianças com peso entre 9 e 18 kg; o assento de elevação atende crianças de 18 a 36 kg; e quem pesa mais do que 36 kg e tem 1,45 metro de altura poderia dispensar o assento infantil.

O Contran vai determinar um prazo de dois anos para a adequação das novas regras. Só após estes 24 meses os motoristas que infrigirem a lei serão multados. Quem tem mais de um filho pequeno deverá ter mais de uma cadeirinha no veículo. Assim como quem tem filhos e costuma dar carona para outras crianças vai precisar ter mais assentos infantis no carro.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Conheça o BB Seguro Auto Econônico


Produto disponibilizado pelo Banco do Brasil para seus clientes que possuem veículos mais antigos.
O BB Seguro Auto Econômico é a solução para quem possui veículos de passeio, nacional, com idade do modelo entre 10 e 20 anos e deseja um seguro que proporcione economia.

O BB Seguro Auto Econômico é oferecido com vigência anual e sua forma de contratação é pelo valor Determinado, igual a 70% do valor do veículo na Tabela FIPE no dia do fechamento do seguro. Ou seja, se seu veículo na data do fechamento do seguro está avaliado em R$ 10.000,00 por exemplo, se hover um sinistro de perda total o BB Seguro auto ficará obrigado a indenizar o valor determinado de R$ 7.000,00.O valor mínimo de mercado admitido para o veículo é de R$ 4.000,00 (quatro mil reais).

A indenização do veículo em caso de sinistro corresponde a 100% do valor contratado e a participação mínima obrigatória do segurado em caso de sinistro com perda parcial é de R$500,00.
Exemplo: Sobre qualquer sinistro de perda parcial o cliente vai pagar o valor de R$ 500,00 e a Seguradora vai pagar o restante. Se o sinistro custar 800,00
a seguradora arcará com R$ 300,00. À partir de R$ 1.000,00 ocorrerá um rateio entre segurado e seguradora, se o sinistro ficar em R$ 1.800,00 o segurado vai pagar R$ 900,00 e a seguradora pagará a outra metade.

Ao adquirir o BB Seguro Auto Econômico, o segurado terá direito a diversas vantagens:
Agendar o débito da primeira parcela do seguro para até 29 dias da vigência da apólice em conta corrente.
Parcelar o valor do seguro em até dez vezes sem juros, ao renovar ou contratar o seguro pela Internet.
Se você já é cliente BB Seguro Auto há mais de cinco anos (sem histórico de sinistro), terá sua franquia reduzida em até 30%, ao renovar seu seguro.
Em caso de sinistro ou pane, será enviado um representante da Brasilveículos até o local do acidente para auxiliar nos procedimentos necessários ao desembaraço. Este é um serviço da Assistência Imediata.
Trocas de disco ou pastilhas de freio - ele pode fazer a manutenção do seu veículo e economizar.
Reboque gratuito - em caso de acidente que impossibilite a locomoção do veículo por meios próprios, a Brasilveículos enviará um reboque gratuitamente.

O BB Seguro Auto Econômico como já diz o nome não é um seguro pra quem é exigente ou gosta de serviços completos na hora de um sinistro. Sua assistência 24h é limitada à serviços básicos e o BB não contrata seus seguros atraves de corretores credenciados, a contratação é feita atraves de uma Central de atendimento ou nas agencias do Banco do Brasil através de seus funcionários. Isso é visto por alguns clientes como ponto negativo na hora de fechar o seguro no Banco do Brasil, pois a maioria prefere contratar o seguro com corretor.
Mas para quem está buscando alternativas para pagar um seguro barato, pode ser uma boa solução.

Ainda tem alguma dúvida? envie seu comentário.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Dicas de Segurança




Você já deve ter recebido e encaminhado por e-mail alguns – senão todos – relatos de golpes praticados por bandidos, que transcrevemos abaixo (Fonte: Porto Seguro). Se forem desconhecidos para você, fique esperto e não se acanhe de avisar aos amigos.



Gel de silicone no vidro do carro

O bandido, sem que ninguém perceba, esguicha um material tipo silicone no para-brisa do carro da vítima. Instintivamente, o motorista liga o limpador e a massa adesiva se espalha de tal modo, embaçando o vidro, que o motorista é obrigado a parar. Nesse momento, os assaltantes já estavam seguindo o carro, aguardando você encostar para agirem. Portanto, se perceber algo estranho no seu vidro, pare num posto. Esse tipo de tática é geralmente usado em estradas, mas também pode ocorrer nas cidades.



Carro atrapalhando a saída de outro

Você e seus amigos estão num local público, como um bar ou restaurante. De repente você é abordado por um sujeito, bem vestido, que pergunta se o carro tal da placa tal é seu. Você confirma e ele pede para ir até o seu carro para manobrá-lo, alegando que está dificultando a saída de outro. Você, solícito, vai. Ao chegar, o assalto é anunciado. Eles levam o seu carro, celular, relógio, carteira e o que mais você tiver. Respire aliviado se não fizerem um sequestro-relâmpago. Eles já estavam observando você no momento em que estacionou seu carro na rua.



Pano com graxa envolvendo um limão no escapamento

Você está na estrada e entra num posto para abastecer o seu carro. Quando você segue a viagem, minutos depois, percebe que seu carro está estranho e resolve parar no acostamento. Em seguida, aparece um carro oferecendo ajuda e acaba assaltando você. No posto, em algum momento, os assaltantes colocaram um pano com graxa envolvendo um limão no escapamento do seu carro e, sem que você percebesse, seguiram seu carro até realizarem o assalto.



Fumaça saindo do motor

Quando o dono de um carro estaciona na rua por cerca de uma hora ou pouco mais, ao retornar e ligar o motor, nota que sai fumaça dele. Em seguida, aparece um guincho e o sujeito se oferece para ajudá-lo. O falso mecânico verifica o motor e “descobre” uma peça quebrada que, coincidentemente, ele tem. Demonstrando grande conhecimento de mecânica, ele diz que a peça custa por volta de R$ 1.500,00. O dono do carro, muitas vezes, aceita essa ajuda sem saber do golpe. Na sua ausência, depois que estacionou o carro, borrifaram óleo por debaixo do motor. Esse era o real problema da fumaça.



Aviso de fogo no veículo

Normalmente, um carro emparelha com o seu e o avisa que está saindo fogo do motor. Ao parar o veículo, os indivíduos pedem ao motorista para abrir rapidamente o capô e se adiantam a olhar o motor. Nesse momento, desligam a chave de ignição do veículo, impossibilitando o seu funcionamento. Após olharem o motor, os indivíduos informam ao motorista que, com o suposto incêndio, há a necessidade de trocar algumas peças, e avisam que eles são donos de uma oficina perto dali. Com isso, o motorista questiona sobre o valor da peça e tem uma surpresa quando lhe apresentam um custo elevado para o reparo. O motorista, muitas vezes, aceita essa ajuda sem saber do golpe. Mas é importante ficar alerta e, antes de aceitar qualquer ajuda "estranha", ligar para a seguradora e solicitar o auxílio do guincho. Assim, se forem realmente golpistas, os sujeitos vão embora.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Quando fica caracterizado perda total no veículo?

Após a realização da Vistoria de Sinistro, serão apurados os valores de peças e mão-de-obra, e caso estes ultrapassarem 75% do valor de mercado do veículo conforme Tabela de Referência - FIPE, será decretada Perda Total. Também fica caracterizada em caso de furto ou roubo.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Como é calculado o preço do seguro.




Na linguagem do seguro, prêmio é o valor que você paga para ter direito ao seguro.

No seguro de automóveis, como em qualquer outra modalidade, quanto maior o risco, maior o prêmio.

As seguradoras calculam o risco utilizando dados estatísticos gerais, que lhes permitem saber, por exemplo, em que porcentagem as mulheres batem menos os carros que os homens, em que regiões os roubos são mais frequentes, que modelos têm custos de reparos maiores, etc.

São levadas em consideração, também, para a determinação do prêmio, informações específicas de cada cliente, tais como seu histórico de sinistros e mesmo acidentes ou roubos de veículos não segurados, além de histórico de crédito, entre outros.

O valor do prêmio será fixado pela seguradora a partir das informações que você prestar sobre o automóvel e, em geral, sobre seus dados pessoais e de quem mais vai dirigir o carro, se tem garagem para o pernoite e no trabalho, região em que reside, dentre várias questões que, no conjunto, formam o perfil do segurado. Daí que o questionário preenchido pelo segurado é de fundamental importância.

O valor final do prêmio é o resultado do custo do risco – quanto a seguradora estima que vai gastar, em média, com os sinistros da apólice – mais a remuneração do corretor (comissão), os gastos administrativos (funcionamento) da seguradora, impostos e lucro.

As seguradoras têm liberdade para estipular o valor do prêmio e oferecem várias opções de financiamento do seguro.

Vale lembrar que o documento de cobrança deve ser entregue ao segurado no máximo em até cinco dias úteis antes da data do vencimento.

sábado, 7 de agosto de 2010

Critérios para escolha de um bom Seguro

No país, existem mais de cem companhias seguradoras e todas elas trabalham com a intermediação obrigatória de corretores de seguro, de acordo com a legislação brasileira.

Com tantas opções, a escolha da proposta de seguro não deve ser determinada apenas em função do preço e das condições de pagamento.

É importante conhecer a tradição do corretor de seguros e da seguradora. Você encontra essas informações no site da Susep (Superintendência Nacional de Seguros, autarquia subordinada ao Ministério da Fazenda, responsável pela fiscalização e regulamentação do setor).

Gaste um pouco de tempo, mas verifique se o corretor está habilitado a operar no mercado de seguros, há quanto tempo está no ramo e com quais seguradoras ele opera.

Informe-se, também, sobre a seguradora que o corretor recomenda ou que você escolheu. Confira se ela está habilitada pela Susep para atuar no mercado segurador e se é financeiramente sólida.

Vale, ainda, consultar o Cadastro de Reclamações do Procon, para saber como a empresa se comporta no caso de reclamações dos segurados. Verifique se o corretor e a seguradora são de fácil acesso, se estão disponíveis para responder às suas dúvidas, porque esses requisitos são fundamentais na utilização futura do seguro.

Uma das regras básicas em seguro é reduzir o risco que as seguradoras vão assumir para garantir a indenização pelos prejuízos previstos nas coberturas da apólice. Quanto menor o risco, menos você vai pagar pelo seguro. O cuidado com seu automóvel revela perfil de bom motorista e diminui o preço do seguro.

Se você não utilizar o seguro durante o prazo de validade (vigência) da apólice, terá direito a descontos na renovação, chamados bônus. Por outro lado, o seguro do seu carro pode ficar muito mais caro se você prestar informações não verdadeiras no questionário que define o perfil do segurado.

Declarações falsas e incompletas ou omissão de informações determinantes para o cálculo do prêmio são motivo suficiente para as seguradoras poderem recusar o pagamento da indenização.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Quando a seguradora se recusa pagar indenização


Minha seguradora pode se recusar a pagar a indenização?

Você perde o direito à indenização quando age em desacordo com as condições estabelecidas no contrato de seguro.



Vale lembrar que a recusa do pagamento da indenização pode decorrer de:

• riscos excluídos ou prejuízos não indenizáveis: riscos e situações que não estão cobertos pelo seguro;

• perda de direitos: situações nas quais o segurado perde o direito de ser indenizado;

• descumprimento das obrigações do segurado: deveres que o segurado não cumpre determinam a perda de direitos sobre o seguro.



Dentre as principais exclusões e situações que podem promover a perda do direito de cobertura para danos causados pelo automóvel, sobressaem:

1. Riscos excluídos:

• guerra, rebelião, insurreição ou revolução;

• confisco, nacionalização, destruição, requisição ou apreensão efetivada por qualquer ato de autoridade civil ou militar;

• tumultos, motins, greves, "lock-out" e quaisquer outras perturbações de ordem pública;

• outras convulsões da natureza, além das cobertas, que são: alagamento, enchente, inundação, ressaca, vendaval, granizo e terremoto;

• trânsito por estradas ou caminhos impedidos, não abertos ao tráfego ou de areias fofas ou movediças;

• radiações ionizantes, contaminação por radioatividade;

• participação do veículo segurado em competições, apostas e provas de velocidade;

• inobservância das disposições legais, tais como excesso de lotação de passageiros, transporte de passageiros em locais não apropriados, reboque por veículo não apropriado;

• desgastes, depreciação pelo uso, falhas de material, defeitos mecânicos ou da instalação elétrica;

• multas, fianças e despesas relativas a ações ou processos criminais;

• poluição ou contaminação ao meio ambiente.



Não estão cobertos, também, os danos a terceiros causados a:

• ascendentes, descendentes, cônjuge e irmãos do segurado, bem como a quaisquer parentes e pessoas que com ele residam ou que dele dependam economicamente;

• empregados ou prepostos do segurado, quando a seu serviço;

• sócio-dirigente ou dirigentes de empresa do segurado;

• bens de terceiros em poder do segurado.



2. Perda de direitos:

A seguradora poderá recusar o pagamento do sinistro nas seguintes situações:

• declarações inexatas ou omissas feitas pelo segurado, que possam ter influído na aceitação da proposta ou no preço do seguro. Se a inexatidão ou omissão nas declarações não resultarem de má-fé do segurado, a seguradora poderá indenizar o sinistro e cobrar a diferença de prêmio;

• condução do veículo por pessoa sem habilitação legal;

• uso do automóvel para fim diferente do declarado na apólice;

• sinistro causado por dolo (má intenção);

• fraude ou tentativa de fraude por parte do segurado, com a intenção de obter benefícios ilícitos do seguro;

• agravamento intencional do risco por iniciativa do segurado ou do condutor do veículo;

• acidentes ocorridos em consequência direta e indireta de quaisquer alterações mentais do condutor, devido ao uso de álcool, drogas, entorpecentes ou substâncias tóxicas;

• descumprimento, por parte do segurado, das obrigações constantes nas condições contratuais do seguro e na apólice.



3. Obrigações do segurado:

• providenciar o mais rápido possível todas as medidas ao seu alcance para proteger o veículo que sofreu um acidente (sinistro) e evitar que os prejuízos aumentem;

• avisar imediatamente às autoridades policiais, no caso de roubo ou furto, total ou parcial, do veículo segurado;

• comunicar o sinistro rapidamente à seguradora, relatando com detalhes o que aconteceu. É importante informar dia, hora, local exato e circunstância do acidente, nome, endereço e carteira de habilitação de quem dirigia o veículo, nome e endereço de testemunhas, providências de ordem policial que tenham sido tomadas e tudo mais que possa contribuir para esclarecer o ocorrido;

• não iniciar a reparação de danos sem a vistoria da seguradora;

• avisar imediatamente à seguradora da ocorrência de fatos que possam ser caracterizados como risco de responsabilidade civil;

• informar à seguradora sobre qualquer reclamação, citação, intimação, carta ou documento que receber relacionado ao acidente;

• só finalizar acordo judicial ou extrajudicial com as vítimas, seus beneficiários e herdeiros depois que obtiver autorização, por escrito, da seguradora;

• manter o veículo em bom estado de conservação e segurança;

• comunicar à seguradora, imediatamente, qualquer fato ou alteração que tenha afetado o veículo durante a vigência da apólice, principalmente:

• contratação ou cancelamento de outro seguro do mesmo automóvel;

• transferência de propriedade;

• modificações no veículo, ou no seu uso, ou mudança de domicílio.



4. Bens não compreendidos no seguro (cobertura específica):

A garantia de equipamentos de som, áudio e comunicação, originais de fábrica ou não, requer a contratação de uma cobertura específica, visando, principalmente, ao risco de furto parcial.

Na hipótese de indenização integral, se o acessório for original para o modelo do veículo, o valor da tabela de referência (FIPE) já inclui o valor do acessório.
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